| Divulgação |
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| Aceituno Jr. |
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| Os candidatos, nessa quarta (26): Gazzetta deu entrevista na TV Record, ao jornalista Rodrigo Moterani (hoje, após o horário eleitoral, será a vez de Raul) e Raul, na foto com o presidente da Assenag Luiz Bombonato, foi sabatinado na Assenag (na semana passada, foi Clodoaldo Gazzetta) |
Os dois candidatos à Prefeitura de Bauru disseram, nessa quarta-feira (26), apoiar a iniciativa do município em reivindicar judicialmente a área de 200 mil metros quadrados, localizada na região do Distrito Industrial 2, que, desde 1998, está sob posse da Fundação para o Estudo e Tratamento de Deformidades Craniofaciais (Funcraf). A entidade não cumpriu o compromisso de instalar o Parque Tecnológico no local. Além disso, o governo argumenta que a transferência do imóvel em favor da instituição se deu sem a anuência da administração pública, proprietária original da gleba.
O assunto e a possibilidade de que o terreno ajude a impulsionar o desenvolvimento econômico da cidade foram abordados nessa quarta-feira (26) em reportagem exclusiva do Jornal da Cidade. Tanto Raul (PV) quanto Gazzetta (PSD) acreditam que o local pode abrigar, futuramente, empresas que desenvolvam tecnologia e gerem emprego e renda.
Raul afirma que o antigo sonho de José Alberto de Souza Freitas, o Tio Gastão, gestor do Hospital do Centrinho por 45 anos, tem plenas condições de se tornar realidade. “Não tem porque ser diferente. Dá para viabilizar um polo tecnológico. Há ainda muitas empresas dispostas a se instalar na cidade se o prefeito oferecer condições técnicas para isso”.
O candidato do PV diz que esteve nessa quarta (26), em Jaú, com o deputado estadual Chico Sardelli (PV), que lhe falou sobre o interesse de uma grande fábrica de medicamentos de se instalar no Interior de São Paulo, desde que tenha à disposição um local para ocupar. “Aquele local já está pronto. Dá para fazer em curto prazo”.
Gazzetta, que defende, durante sua campanha, a instalação de um polo tecnológico na região do aeroporto Moussa Tobias, também não descarta a área de 200 mil metros quadrados como alternativo, embora saliente a possibilidade de destiná-la a receber também empresas no modelo de distrito industrial.
“Não conheço profundamente a proposta original, mas se for viável, perfeito. Nosso grupo político, inclusive, já encaminhou a dois deputados federais dois pedidos de emendas ao Orçamento da União, no valor de R$ 1,5 milhão cada, que poderão gerar recursos para a elaboração do plano para o parque tecnológico de Bauru”, afirma o candidato do PSD.

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