Quando acho que já vi de tudo, sou surpreendido com a escolha do Nobel de Literatura: Bob Dylan. Uma guinada de 360º. Comparável à escolha do pontífice Francisco e sua revolução silenciosa. O ano que termina, sem sombras de dúvidas, foi movido a grandes mudanças e transformações. Aguardaremos 2017 com renovadas energias, páginas em branco, livrando-se dos rascunhos. Passado a limpo. É o que desejamos!
Os fatos surreais que presenciamos, e a realidade que atravessamos, resumem-se num sentimento: superação. Sem destacar este ou aquele fato em 2016, só nos resta o desfecho do espetáculo, que nos reserva fortes emoções até os últimos milésimos de segundos. "Acho que merecemos o Prêmio Nobel da Paz!"
Irei se possível. (Bob Dylan)