Tribuna do Leitor

Que não surja um novo Adolf!

Edilson Marciano
| Tempo de leitura: 1 min

Era 1921, surgia um líder político na Europa que pregava a supremacia nacional em detrimento aos demais países do mundo, considerados por ele como ‘sub-povos’. De fala agradável para a fragilizada população recém-saída da 1ª Guerra Mundial, tinha como cerne motivador o discurso nacionalista, que pregava serem os judeus responsáveis pelo capitalismo devastador, que retirava a comida da mesa daquele povo flagelado.


Rapidamente, aumentava a escalada do ódio como política expansionista, que chegou ao poder de forma legítima, com aprovação popular. Os passos seguintes foram a invasão da Polônia e a formação do Gueto de Varsóvia, local cercado por muros, para manter os judeus afastados daquele povo que era superior as outras raças mundiais.


A utilização de muro para separar um povo do outro só leva a uma consequência: a subjugação. Que deus proteja o México. E que o mundo não conheça um novo Adolf.

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