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Dados da Secretaria Municipal de Saúde apontam que os casos de sífilis congênita (bebês que pegam das mães) não param de crescer em Bauru. O percentual vem aumentando desde 2010, quando a cidade teve nove registros. Até outubro deste ano, a pasta identificou 114 infectados, nove a mais do que 2015 inteiro.
A sífilis é uma doença silenciosa que pode demorar mais de 10 anos para “dar as caras”. O tratamento é feito à base de penicilina benzatina, que estava em falta em Bauru. Conforme o JC divulgou em junho de 2015, o município precisou “racionar” o medicamento, garantindo tratamento apenas para as gestantes.
A situação, porém, foi regularizada em março desde ano, garante Ezequiel Santos. “A prioridade ainda são as mulheres grávidas, mas temos conseguido tratar adultos e crianças também. Em Bauru, gasta-se em torno de 2 mil ampolas por ano com a sífilis”, discrimina.
