Cultura

Filme "Sing" tenta ganhar dois Globo de Ouro


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Divulgação
Buster Moon (de gravatinha) em uma das cenas da produção

O diretor Garth Jennings, conhecido por assinar vídeos para as bandas Radiohead (“Lotus Flower”), R.E.M. (“Imitation of Life”) e Pulp (“Help the Aged”), estava havia quase dez anos sem fazer um longa quando o animador Christophe Lourdelet surgiu com a ideia de uma competição de calouros com animais.

“Eu adorei, achei que  isso já tinha sido feito, mas não. Daí falamos sobre como gostamos de musicais”, explica Jennings sobre a concepção de “Sing - Quem Canta Seus Males Espanta”, que estreia nesta quinta-feira (22) no Brasil (e, há uma semana, já segue em pré-estreia com sucesso em Bauru).

O desenho está indicado ao Globo de Ouro de melhor animação e melhor canção (“Faith”) - a premiação será entregue em 8 de janeiro, em Los Angeles. O filme vai na linha de usar animais como personagens principais. “Há modas que vêm e vão. Começamos a fazer esse filme há cinco anos, não havia essa tendência. Mas fico feliz, são grandes filmes.”

‘FIGURINHA’

“Sing” é sobre Buster Moon, um coala (voz original de Matthew McConaughey) que, para salvar o teatro que seu pai lutou para comprar, decide promover um concurso de canto. O filme passa, então, a brincar com estereótipos, com acertos e erros.

A animação mistura clássicos com hinos pop. Abre com “Golden Slumbers”, dos Beatles, tem David Bowie com Queen (“Under Pressure”) e a nossa “Garota de Ipanema” em inglês.

 

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