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Laser evita queda de cabelo


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Já consagrado para tirar manchas da pele, combater a flacidez e atenuar rugas, o laser agora vem fazendo a cabeça de muitas mulheres mas por um motivo diferente. Aplicado no couro cabeludo, o laser fracionado não ablativo pode combater a alopécia androgenética, também conhecida como calvície, aumentando o volume de cabelo. O problema, que piora com a chegada da menopausa, chega a atingir 30% das mulheres por volta dos 70 anos.

"A calvície feminina tem aumentado consideravelmente. Hoje, admite-se que uma a cada oito mulheres tem esse problema, o que representa de 15% a 20% das mulheres. Os consultórios dermatológicos estão cheios de pacientes buscando tratar a calvície", diz o dermatologista Abdo Salomão Jr, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Por ter diversas causas - fatores genéticos, problemas nutricionais, hormonais, uso de remédios, doenças, distúrbios psicológicos e até o processo natural de envelhecimento - a calvície pode ser tratada de diferentes formas, e isso deve ser determinado por um dermatologista.

"A alopécia androgenética é um quadro progressivo, mas é possível frear esse processo e até revertê-lo por meio de um conjunto de tratamentos, que pode incluir laser, microagulhamento, loções e suplementação com biotina, nutracêuticos com cartilagem de peixe, vitamina D e ferritina", diz a dermatologista Danielle Aguiar.

Segundo ela, o laser melhora a qualidade do fio e estimula o folículo a voltar a crescer, aumentando o número de fios por região. "O laser aumenta a vascularização no couro cabeludo, liberando fatores de crescimento. Após a sessão, aplicamos uma substância que potencializa o tratamento."

O número de sessões varia conforme o estágio da calvície. Em geral, são necessárias de seis a dez, a cada 15 dias.

Cuidados em casa

Já consagrado para tirar manchas da pele, combater a flacidez e atenuar rugas, o laser agora vem fazendo a cabeça de muitas mulheres mas por um motivo diferente. Aplicado no couro cabeludo, o laser fracionado não ablativo pode combater a alopécia androgenética, também conhecida como calvície, aumentando o volume de cabelo. O problema, que piora com a chegada da menopausa, chega a atingir 30% das mulheres por volta dos 70 anos.

"A calvície feminina tem aumentado consideravelmente. Hoje, admite-se que uma a cada oito mulheres tem esse problema, o que representa de 15% a 20% das mulheres. Os consultórios dermatológicos estão cheios de pacientes buscando tratar a calvície", diz o dermatologista Abdo Salomão Jr, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Por ter diversas causas - fatores genéticos, problemas nutricionais, hormonais, uso de remédios, doenças, distúrbios psicológicos e até o processo natural de envelhecimento - a calvície pode ser tratada de diferentes formas, e isso deve ser determinado por um dermatologista.

"A alopécia androgenética é um quadro progressivo, mas é possível frear esse processo e até revertê-lo por meio de um conjunto de tratamentos, que pode incluir laser, microagulhamento, loções e suplementação com biotina, nutracêuticos com cartilagem de peixe, vitamina D e ferritina", diz a dermatologista Danielle Aguiar.

Segundo ela, o laser melhora a qualidade do fio e estimula o folículo a voltar a crescer, aumentando o número de fios por região. "O laser aumenta a vascularização no couro cabeludo, liberando fatores de crescimento. Após a sessão, aplicamos uma substância que potencializa o tratamento."

O número de sessões varia conforme o estágio da calvície. Em geral, são necessárias de seis a dez, a cada 15 dias.

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