É inaceitável em Bauru os gastos da Secretaria da Cultura em coisas que podem e deveriam ser realizadas com recursos particulares e não públicos. Uma situação de emergência na saúde, faltando até material de exame para diabéticos e na educação infantil e ainda nas creches, como pode o município bancar “parada gay” sobre o eufemismo de diversidade, carnaval e até artistas gospel caros da Marcha para Jesus. Somadas as verbas teríamos quase sete milhões aproximadamente no atual mandato.
Suficientes para sanar a falta de remédios, ou a construção de 3 creches completas ou a construção de 150 casas populares para 600 pessoas e contribuindo para o desfavelamento. Mais ainda o carnaval poderia ser tocado por patrocínio privado, como já ocorre em outras cidades. A Marcha para Jesus poderia utilizar os grupos talentosos das várias igrejas da cidade, a diversidade poderia ter apenas e democraticamente apoio no trânsito e palco, se existir disponível, ficando as despesas por conta de publicidade e ativistas. Além disto, todos seriam tratados com isonomia e um “não” geral para todos, sem exceção.
Ademais, a causa gay deve ser defendida por seus adeptos e simpatizantes, e chamar de diversidade deveria necessariamente dispor do mesmo espaço para índios, de longe o povo mais perseguido da história e negros escravizados durante mais de um século ou ainda modernamente de refugiados, haitianos, sírios e assim por diante. Outra sugestão neste caso seria do vereador Markinho doar seu salário para a causa, já que a sua vida política foi gerada por este público. Quanto ao carnaval, sendo uma manifestação popular seria salutar que ao invés de difamar a imagem do Brasil e da mulher brasileira, por todo mundo, voltasse ao tempo dos corsos na Batista, com menos crimes, drogas, alcoolismo, gravidez de adolescentes e outros problemas colaterais daquilo que é o carnaval atualmente.
Quanto à Marcha para Jesus, não creio que seria de nenhum problema que não contasse coma participação de caros artistas gospel e sim com grupos de louvor das igrejas locais, afinal, o Jesus homenageado sempre deixou claro que seu reino não é deste mundo e que seu desejo é a pureza de coração. Não creio que se ele avaliasse o louvor destes caros grupos teriam sua aprovação. Tenho certeza que defensores da diversidade, evangélicos e carnavalesco ficarão contentes em encontrar remédio nos postos de saúde, escolas e creches para seus filhos e julgarão acertada esta medida em tempos de crise e seu governo, Gazzetta, começaria marcando um tento precioso e dando uma lição de seriedade no trato com a coisa pública.