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Pets das famílias retiradas de favelas serão cadastrados

Marcele Tonelli
| Tempo de leitura: 2 min

Divulgação
Reunião nessa sexta (20): Silvia de Deus, Luiz Pires, Mayra Fernandes, Vanessa Ramos e Thaís Viotto

Para discutir o destino dos animais domésticos das famílias de comunidades que serão transferidas para apartamentos do Minha Casa Minha Vida, representantes da Prefeitura de Bauru, do programa habitacional e do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (Comupda) se reuniram, nessa sexta-feira (20).

O temor é de que, com as mudanças, os animais sejam deixados para trás e abandonados nas ruas de Bauru. Há ainda uma possibilidade de que pessoas resistam em deixar os locais justamente por conta dos seus pets.

Conforme o JC noticiou na edição da última quinta-feira (19), 151 famílias que moram em áreas de risco na cidade fazem parte da demanda dirigida da Secretaria do Bem -Estar Social (Sebes) e deverão ser contempladas com o programa federal. O mutirão da mudança deve ser iniciado já nesta próxima semana e pode se estender até fevereiro.

CADASTRO

Para evitar que situação fuja do controle, a prefeitura e o Comupda iniciarão o cadastro dos animais que, hoje, estão sob tutela dessas famílias, para saber qual a demanda existente.

O grupo voltará a se encontrar na próxima semana para definir ações pontuais até a transferência das comunidades. Eles também procederão com esclarecimentos sobre a posse responsável, castração e demais orientações sanitárias.

A prefeitura diz que quer encontrar a melhor maneira para garantir que os animais em questão tenham um destino com segurança e bem-estar.

Participaram do encontro nessa sexta-feira (20), no Gabinete do Prefeito, Luiz Pires - do núcleo gestor do governo Gazzetta -, Silvia de Deus e Vanessa Ramos, do MCMV; Mayra Fernandes, titular da Semma e Thaís Viotto, presidente do Comupda.

A Secretaria da Saúde, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CZZ), e a Sebes também estão incluída nas ações.

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