Tribuna do Leitor

O circo e Bauru

Dorival Vieira
| Tempo de leitura: 1 min

Ao avaliar a realidade objetiva do IPA, Instituto Penal Agrícola, podemos evidenciar pontos importantes. Primeiro, a capacidade de conter pessoas. Um número abaixo do que se fez. Segundo, o cumprimento da lei. São presidiários que estão em fim de pena. O que há de errado?


Como ultrapassar o limite dos direitos humanos constituídos pelo próprio instituto. O próprio nome já diz que estão em fim de pena. E vão realizar serviços para o coletivo do Instituto, bem como para a sociedade. Prática realizada, reduzindo pena com trabalho. Dentro e fora do Instituto.


Alguém que deseja a liberdade não faria qualquer movimento para quebrar seus sonhos. Foi uma proposta pequena de barbárie. Pois a unidade tem quase três vezes mais que o instituído. Erro fatal. Sem Pensar não vamos a lugar nenhum. E todos, de forma indiscriminada, foram colocados como “mesmo”. A mídia fez sua parte, colocando à frente seu carro chefe - o caos. A Polícia Militar fez o dramalhão do circo. Como sempre.


Pois se tem capacidade de vistoria, inteligência, isso não se faz pela falta de competência. Algo ao pensar um pouco: identificaram uma pessoa. O que coloca dúvida. Se o IPA tem como princípio a liberdade, algo está errado. Quantidade e formas de tratar. E mais interessante é que quem deveria se manifestar ficou em silêncio. Pois o erro não é o circo, é ir contra os direitos humanos.

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