Tudo o que conhecemos atualmente tem raízes estrivadas no passado. Feliz daquele que possui um pretérito são, entretanto, mesmo aquele que não o tem, viverá as consequências.
Importante é saber que embora certamente exista o apego à sua trajetória, o homem caminha retilineamente em frente, em um eixo chamado vida.
Difícil conciliar a ideia de que deve-se preservar e ao mesmo tempo deixar o passado. Jamais livrar-se dele, pois o próprio define o ser humano e seus atos até o momento.
Concluí-se que o pregresso é uma parte vital da existência, porém, o indivíduo não viverá exclusivamente voltado para ele.
Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente, dizia Shakespeare.