Desfile de sábado, 25/02
Águia de Ouro
Enredo: “Prepare o seu coração, pras coisas que eu vou te contar, eu venho lá do sertão e a Águia de Ouro vai te mostrar #mundosertanejo”
Composição: TchayOhara, Jorge Santtanna e Kety Andrade
Toca sanfona e pandeiro, Águia de Ouro é quem faz
O sertanejo gostoso, xonado demais.
De norte a sul do Brasil, ai que delícia ó trem bão
Segura peão
Tocou, mais um berrante a anunciar, nessa avenida a comitiva Águia de Ouro vai passar
Tem carro de boi no estradão, a casa na roça a lenha no fogão
A viola em verso e prosa a tocar
A dança catira caipira, cumadi e cumpadi chegou
Contando uma linda história de amor
O galo cantou
Raiou-se o dia
Levanta bem cedo, começa a rotina
Arando o solo, enxada no chão
Pra colher o nosso pão
Na agricultura milenar, nas colheitas se ouviam passarinhos a bailar
Na pecuária, semeia o crescimento da nação
Nossa Senhora, mãe querida, a padroeira do Brasil
Derrama seu manto sagrado pra nossa divina proteção
Dançando arrasta pé bem gostoso
Do Rastro até Barretão
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Acadêmicos da Cartola
Enredo: “Felizes para Sempre no reino encantado da Cartola”
Composição: Ronaldo Lima e Japa
Vem brincar de ser criança,
Vem curtir essa magia
É Carnaval, que alegria
Reino encantado é o nosso sonho
Que se fez...
Canta Cartola, “era uma vez”.
Cinderela na Avenida vem nos convidar,
Pra ver o mundo de rainhas, fadas madrinha
E lindos contos para se admirar
A vida é uma lembrança
E quando é infância te faz viajar
Voar em um tapete mágico
Deixe a imaginação te levar
“Fantástico” como uma noite para bailar
O amor, a vida transforma
O egoísmo criou essa historia
Vem ser feliz na Cartola, fazer
Desse conto aventura real
“Hoje eu sou chapeuzinho e você lobo mau”
A solidão, não é o melhor conselho...
Quanta maldade, madrasta a beleza e o espelho
Grandes amigos a se encontrar,
Sete razões para viver e sorrir
De seu castelo, um lindo príncipe a surgir...
Casa de doce é a tentação, bruxa malvada sem coração
Dois inocentes prestes a fugir “João... Maria”
O medo é capaz de fazer desistir,
Coragem te induz a vencer o dragão.
No final da história, o bem é que vence
Seremos felizes para sempre.
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Mocidade Unida da Vila Falcão
Enredo: “Da batalha dos trilhos, às glórias da Panela”
Composição: Val da Vila, Wagner Nescau, Gustavo, André Odria, Michael Mammoccio e Juninho Água Podre
Da batalha pelos trilhos,
Às glórias da Panela,
Vejam só quem vem lá... É ela!
Mocidade Unida, a desfilar
Vila Falcão a sua história vou contar
(2 vezes)
Coroados, índios caiagangues em defesa do seu chão
Contra os pioneiros que chegavam à região
Trazendo os trilhos do progresso
Na bagagem, coragem e esperança
Com resistência formando aliança
Na batida do tambor, o negro se libertou
Construiu uma capela pra louvar o Benedito protetor
Os imigrantes da lavoura do café,
Suor no rosto. No peito, a fé!
Paraíso de beleza singular
Hoje nossa escola vem te exaltar!
Minha vila, lugar de Confiança
Reduto de sambistas, tem faculdade do samba!
Bacharelado a tocar, faz arrepiar
Feliz da vida, a emocionar
(2 vezes)
No esporte se consagrou
Que saudade dos antigos carnavais
Nos blocos, os mascarados
Tempos que não voltam mais...
Bauru... Basquete e vôlei sensacional
A Fúria louca lá da central
Maquininha, rolo compressor
A velha guarda, canto aos imortais
Comendador, não lhe esqueceremos jamais!
Desfile de segunda, 27/02
Azulão do Morro
Enredo: “Azulão vira jogo e vira o jogo, a sorte está lançada”
Composição: Valdemir Cavalheiro
Podem aplaudir, a noite é nossa
O show vai começar podem apostar
Que eu vou quebrar a banca
Jogar até o sol raiar
No tabuleiro da vida,
Num jogo de pura emoção
Lancei a sorte nas asas, do meu Azulão
Olha o jogo companheiro, coringa não pode faltar
No carteado piscando tem zap no olhar
Gira roleta gira, deixa ela girar e vai girar
Em noite de esplendor
De azul e branco a desfilar
É hora... E hora da virada Meu Amor
Feliz da vida eu tô que tô
Vou exaltar meu pavilhão nessa avenida
Bater no peito e cantar bem forte o orgulho de ser Azulão
Alô, alô arquibancada
Alô galera, alô geral
Uma estratégia e uma jogada
Um xeque mate nesse Carnaval
Cartas, runas e tarô o o o
O que o I Ching revelou
O futuro mostra pra você
Consultando os búzios para ver se vai dar
Sorte ou azar
Jogos Olímpicos unindo nações
Somos campeões...
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Tradição da Zona Leste
Enredo: “Enredos maravilhosos que nos levam a viajar por épocas distintas e as histórias vivenciar”
Composição: Gisele Baroni Saes/ Nescau
O lado Leste é minha vida
Minha verdadeira paixão
A mais amada, o meu leão
A verde e branco, minha querida Tradição
Vou relembrar nossas histórias
Tamborim de Ouro dos meus Carnavais
Egito então surgiu, deuses a se cultuar
Decifra-me ou te devoro, disse a Esfinge
Com o Nilo a testemunhar
Cleópatra a escravizar
Fôra picada seu reinado terminar
Cada um na sua crença
Mãe África axé herdeiro de calanga
Angola e Guiné
Mistura de raças, crença e devoção
Clamando ao seu santo a libertação
Chico Rei, nossa eterna gratidão
Quá, Quá, Rá, Quá, Quá
Wilson Nogueira Palhaço Gira Gira
As luzes nunca hão de se apagar
O circo é alegria popular
A alegria do palhaço
Não ver o circo pegar fogo,
Mas sim o sorriso
Estampado na face do povo
Na Amazônia formosa índia
Numa flor virou
De tanto que a lua e as estrelas ela admirou
Se transformou ...
Na estrela do Rio
Vitória Régia a flor do meu Brasil
E o meu leão nessa avenida
Vem te fazer delirar
Com as histórias que acabamos de contar.
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Coroa Imperial da Grande Cidade
Enredo: “Sou índia guerreira, lançada à fogueira, eu sou Anahí”
Composição: Léo do Rasi
ÔÔÔÔ O canto de Anahí ecoou
Um cantar melodioso, avisando o povo
Que a minha verde e rosa chegou
Anahí... Índia guerreira da tribo Guayaquis
Que com a magia do cantar
Tinha o poder de encantar, quem pudesse ouvir
Na fauna e flora do seu habitat natural
Quando Anahí cantava
A paz reinava, numa harmonia sem igual
O colibri beijava a flor com mais amor
O mesmo amor que sinto, e é tão especial
É o amor pela minha flor... A Coroa Imperial
Quero cantar e brincar... Eu quero me divertir
Vem a baiana girar, e ver o povo aplaudir
Embalado pelo canto de Anahí
Mas o homem branco chegou, matou e desmatou por ganância
E aquela voz que cantava, de repente bradava... vingança
Mas sua fragilidade não venceu a maldade
E a nossa índia guerreira foi condenada á fogueira
Corpo coberto em chamas... Nenhum gemido de dor
Nos olhos do homem branco, o pavor
Enquanto o fogo ardia... Linda canção se ouvia
E nascia uma linda flor (ÔÔÔ)