| Fotos: Samantha Ciuffa |
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| Jurados da cabine 1: José Carlos Pires Camargo Netto, Regina Damiati, Lilo Oro, Renato Venâncio, Manoel Fernandes, Esequiel Rosa, Isis Mendes, William Alves e Drika Valério |
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| Jurados cabine 2: Emil Shayeb Neto, Luciana Pires, Paulo H. Martins, Alexandre Granai, Edilson Marques, Antônio Walter, Carlla Luongo, Francisco Peres e Claudio David Dangió |
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| Jurados da cabine 3: Roberto Soares, Rita Whitacker, James Rodrigues, Lidiane Pereira de Oliveira, Antônio Luiz, Célia Neves, Bruno Won Dick e Elisabete Benetti e Carlos Batista |
Depois de muito suor, samba, lágrimas, sorrisos e dedicação nas noites de sábado e segunda no Sambódromo, as agremiações e suas torcidas irão conhecer os campeões do Carnaval 2017.
A apuração será no auditório do Centro Cultural de Bauru, a partir das 15h. No local, apenas funcionários da Secretaria Municipal de Cultura, a imprensa, dois representantes de cada uma das seis escolas de samba e um membro de cada bloco da categorial especial (são sete).
Do lado de fora, na quadra 8 da avenida Nações Unidas, o sistema de som irá transmitir a contagem dos votos para que os foliões e as torcidas possam acompanhar.
As escolas de samba são avaliadas em nove quesitos: Bateria; Samba-enredo; Harmonia; Evolução; Enredo; Alegorias e adereços; Fantasias; Comissão de frente; e Mestre-sala e Porta-bandeira.
Já o blocos da categoria especial, têm julgados cinco quesitos: Enredo; Samba-enredo; Evolução e empolgação; Bateria; e Fantasias/Alegorias e adereços.
Quem escolhe os campeões são os 27 jurados, todos voluntários, indicados pela Secretaria Municipal de Cultura. Veja quem são eles nas fotos dessa reportagem.
“Os jurados recebem um manual baseado no que federações e ligas de escola de samba de outras localidades indicam, para auxiliar o que deve ser observado em cada quesito e como fazer uma boa avaliação”, explica Susana Godoy, diretora da Divisão de Ação Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura.
AS NOTAS
Para que haja equilíbrio, as notas vão de 7 a 10 e incluem decimais; a menor de cada quesito é excluída. “As próprias escolas optaram para que as notas fossem decimais, pois de um ponto inteiro para outro, o risco de haver alguma injustiça é maior. O resultado é que a diferença entre as escolas é sempre pequena”, lembra Susana.
Os jurados são escolhidos entre especialistas em dança e teatro, músicos, professores de arte, língua portuguesa e história, experts em moda, entre outros. “Se percebemos que há muita discrepância nas notas de um jurado, nem convidamos mais. Cada nome é aprovado ou vetados pelos representantes das agremiações, levando em conta as notas do ano anterior e se há ligação com algum grupo”, informa a diretora de ação cultural.
Escolher os jurados não é tarefa fácil. “Procuramos indicar os nomes com bom-senso, entre especialistas. Mas como passa pelo crivo das agremiações, essa lista vai afunilando”, conclui Susana.


