| Samantha Ciuffa |
![]() |
| Manoel Losila integra grupo com outros dois parlamentares |
| João Rosan/JC Imagens |
![]() |
| Markinho Souza durante pronunciamento na Câmara de Bauru |
A Comissão de Obras, Serviços Públicos, Habitação e Transportes da Câmara Municipal agendou para a sexta-feira (3), às 16h, visita ao aterro sanitário privado, localizado na cidade de Piratininga, que recebe todo o lixo doméstico gerado e recolhido em Bauru (cerca de 300 toneladas por dia).
Presidente do grupo parlamentar, o vereador Mané Losila (PDT) explica que cabe ao Poder Legislativo garantir a fiscalização sobre a execução de um serviço essencial e que custa caro.
A decisão vem na esteira de um pronunciamento, na última sessão da Câmara, do vereador Markinho Souza (PP), que sugeriu a adoção de novos e mais rigorosos mecanismos de controle na destinação do resíduos sólidos a Piratininga. Isso porque a administração pública não realiza a pesagem do lixo, procedimento executado apenas pela empresa prestadora do serviço, que recebe por tonelada enterrada de materiais.
O convite para a vista é estendido a todos os parlamentares. A Comissão de Obras da Câmara Municipal é composta por Mané Losila (presidente), Fábio Manfrinato (PP) e Luiz Carlos Bastazini (PP).
Aos cofres
O vereador Markinho Souza observa que a coleta e destinação do lixo custam cerca de R$ 2 milhões ao mês aos cofres municipais, fato que justifica a implantação de novos instrumentos de acompanhamento do volume de resíduos. Presidente da Comissão de Fiscalização e Controle do Legislativo, Markinho lembrou que o novo governo está começando e precisa se blindar e prevenir de eventuais problemas.
O vereador também sugeriu ao prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD) a criação de programa de apoio e assistência técnica a moradias econômicas. A ideia é que a administração disponibilize, em seu site oficial, modelos de plantas para imóveis de até 70 metros quadrados.
Segundo ele, a medida pode evitar a proliferação de novas edificações irregulares, às quais muitos munícipes recorrem por não terem condições de pagar profissionais de arquitetura e/ou engenharia que executem este serviço.
Markinho lembrou que o último levantamento da Prefeitura de Bauru apontou a existência de novos 40 mil imóveis construídos ou ampliados de forma clandestina.

