| Estadão Conteúdo |
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| Parklets já são liberados em cidades como São Paulo, e avançam sobre uma ou duas vagas de estacionamento |
Foi aprovado por unanimidade de votos na sessão legislativa desta semana o projeto de lei do vereador Markinho Souza (PP), que dispõe sobre a regulamentação dos Parklets no município.
Parklets são extensões temporárias do passeio público ou via pública, realizada por meio da implantação de plataforma sobre a área antes ocupada pelo estacionamento da via pública.
Compõem os parklets: bancos, floreiras, mesas e cadeiras, guarda-sóis, aparelhos de exercícios físicos, paraciclos ou outros elementos de mobiliário, com função de recreação, uso coletivo ou de manifestações artísticas.
A proposta permite a colocação do mobiliário urbano obedecidas algumas condições. A comercialização de produtos e a prestação de serviços nos espaços destinados a instalação dos parklets e a utilização como suporte para propaganda publicitária também é expressamente proibida.
A ideia chegou ao Brasil em 2013. Desde então está sendo cada vez mais difundida e adotada. São Paulo, Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), São Roque (SP), entre outros municípios, já possuem leis e regulamentação sobre o uso do Parklet.
Em São Paulo a boa aceitação da população permitiu à prefeitura transformar a ideia original em política pública de ocupação dos espaços da cidade, revertendo às pessoas áreas originalmente destinadas aos automóveis.
O parlamentar ressalta que apesar de ser um equipamento construído pela iniciativa privada, ele é um espaço público. "Nós entendemos que as cidades devem ser feitas para as pessoas, por isso quanto mais espaço para a confraternização delas melhor", afirma Markinho Souza.
Ele comemora a aprovação da proposta e destaca que os parklets são espaços que permitem a implantação de jardinagem aumentando as áreas verdes na cidade.
