Economia & Negócios

Puxada por bancos, Bovespa tem segunda queda seguida


| Tempo de leitura: 1 min

A Bovespa mostrou fraqueza ainda sob ânimos cautelosos dos investidores nacionais e internacionais. A ausência de um noticiário que justificasse a retomada das ordens de compra levou o Índice Bovespa a perder um importante suporte gráfico, acomodando-se abaixo dos 66 mil pontos. A bolsa chegou a alternar altas e baixas pela manhã, mas consolidou a tendência de queda ontem à tarde, quando registrou as mínimas do dia. O Ibovespa terminou o dia aos 65.742,32 pontos, em baixa de 0,90%. O volume de negócios somou R$ 7,29 bilhões.

Nas bolsas da Europa e Estados Unidos, predominou a cautela com questões locais, como a reunião de política monetária do Banco Central Europeu, na quinta-feira, e a divulgação do relatório de criação de empregos nos Estados Unidos (payroll), na sexta. Além disso, a controversa gestão de Trump continuou a sugerir posicionamentos defensivos, o que gerou alguma aversão ao risco representado por mercados e países emergentes.

Na análise por ações, os principais destaques de queda foram as do setor financeiro. De acordo com operadores, a queda ainda foi atribuída a uma realização de lucros, dado o cenário mais cauteloso. Itaú Unibanco teve queda de 1,67%, enquanto Banco do Brasil ON recuou 1,22%. Já os papéis da Petrobras estiveram em alta na maior parte do dia - mesmo depois que o petróleo passou a registrar baixas - e amenizaram essa pressão de baixa. Ao final do dia, Petrobras ON ficou estável e Petrobras PN avançou 0,53%. Ainda no segmento de commodities, Vale ON recuou 0,58% e Vale PNA avançou 0,20%, refletindo um comportamento instável ao longo de toda a sessão.

Comentários

Comentários