Borebi - Para protestar contra o atraso de cerca de um mês no pagamento dos salários, na manhã desta terça-feira (7), funcionários contratados para trabalhar na reforma da Escola Estadual Professora Iracema Leite e Silva, em Borebi (45 quilômetros de Bauru), tentaram impedir os estudantes de assistir as aulas.
A Polícia Militar (PM) foi acionada e, após negociação com os trabalhadores, o acesso dos alunos ao prédio foi liberado. O JC entrou em contato com a Engevale Construtora, empresa responsável pela obra, e foi orientado a enviar um email com as solicitações, mas não houve retorno até o fechamento desta edição. Já a Diretoria de Ensino de Jaú informou que o Estado não atrasou pagamento.
"Está previsto na legislação e no contrato assinado com a empresa que, após a primeira medição da execução do serviço, o Estado tem 30 dias para realizar o primeiro pagamento. Já que a primeira medição será realizada nesta semana, o primeiro pagamento acontecerá no próximo mês, conforme previsto em contrato e assinado pela empresa Engevale", explica.
"Cabe lembrar que, ao assinar um contrato de licitação, a empresa é obrigada a garantir saúde financeira para arcar com seus gastos. Se não tiver funcionários trabalhando nos próximos dias, a Secretaria da Educação pode advertir e até rescindir o contrato".