O Dia Internacional da Mulher, comemorado na última semana, trouxe ao debate a condição da mulher na sociedade de hoje: o desrespeito, as agressões, o assédio nem sempre físico, a desvalorização da mulher no trabalho e na sociedade, a dupla jornada como dona de casa e como profissional. Todas estas preocupações deveriam estar conosco 360 dias por ano e não apenas neste dia especial.
Ocorre que devido a estas injustiças tivemos no passado um movimento feminista, de viés esquerdista, pregando algumas teorias excêntricas e tão incoerentes como a esquerda, já que nos regimes de esquerda eram mais paternalistas e machistas que em qualquer país ocidental. Hoje estes exageros continuam e as feminazi se tornaram ainda mais radicais, encenações de aborto ou ainda de cenas chocantes que correm na internet difíceis até de comentá-las.
Estes movimentos tentam tirar da mulher sua característica mais cara que é a feminilidade que a torna ímpar. As feminazi querem se igualar aos homens não na sua masculinidade, mas no seu deplorável machismo. Mais ainda, a esquerda, sempre perfeita na crítica,falha na ação, propõe fixar cotas nos cargos e não no tempo de aposentadoria.
Uma palestrante da CUT e candidata no PSOL esteve em Bauru pregando política de cotas, que aliás nem PSOL nem CUT praticam, lembrando o passado do comunismo de quantas grandes líderes mulheres existiram na URRS ou Cuba ou em seus satélites. Chegando ao cúmulo de comparar a incidência de estupros no Brasil com países árabes, como se lá fosse possível para uma mulher denunciar um estupro como é aqui.
A questão do reconhecimento da igualdade de direitos das mulheres excede por sua importância a partidos ou correntes ideológicas e politizar o debate é prejudicial e demagógico, podendo estigmatizar a causa tão importante.
Preocupações como a mulher explorada no extremo no mundo muçulmano e até mutilada são deixadas de lado por não interessarem à esquerda e em consequência ao movimento feminista. Esperamos contemplar neste novo século novos horizontes e novo consenso nas relações de igualdade entre homens e mulheres, respeitando até mesmo suas diferenças e atributos complementares como Deus os fez.