Estamos indo muito bem mesmo, inclusive à frente de muitos países do primeiro mundo. Pareceria ficção científica, não fosse no Brasil, onde inventamos a carne de papel e com isso economizamos muito com o que seria usado na criação de bovinos, suínos e outros animais, que já vêm sendo substituídos pela celulose transformada em papel.
"- Saindo um bife bem desenhado (a canetas hidro cor) no capricho". "- Garçom, estou há uma hora aqui com o menu nas mãos!". "- Pois, então, pode comer e bom apetite, pois estamos no melhor restaurante papelariano do Brasil".
Tirando as piadinhas infames, passou da hora desse país ser passado literalmente a limpo e à mão.
A Lava Jato que o diga, pois não passamos uma semana sequer sem um novo escândalo, tanto nas altas esferas políticas quanto nas empresariais (siamesas).
Estamos mais uma vez diante da comunidade internacional fazendo um tremendo papelão, que ainda certamente virá com prejuízos financeiros ao país nas exportações de carne.
O pior é que essa avalanche de más notícias não cessa, nos deixando atordoados, sem sabermos ou podermos confiar em nenhum dos lados.
Quem estará falando a verdade ou a quem interessa "o quanto pior ficar melhor"?! Mediante tantos dissabores, como impedir que o pessimismo faça seu devastador estrago em nossas vidas?
Faço votos que essas respostas venham logo, como em uma estação de tratamento de água, por meio de vários processos que vão desde sua decantação até a filtragem, desinfecção, entre outros. Como no processo de alcalinização, que consiste na adição de substâncias para equilibrar o pH e evitar a corrosão dos canos da rede de abastecimento, chegando até nós uma boa água, imprescindível para a vida.
Aqui, talvez, haja uma boa metáfora para podermos ter um país limpo e consequentemente uma vida mais digna e mais saudável.