Na semana passada, tivemos em Bauru um evento patrocinado por movimentos de viés esquerdista, para marcar o mês da mulher e, coincidente, nesta mesma semana me manifestei a respeito do mês da mulher nesta coluna.
Ocorre que no domingo passado a sra. Maria Flor, do PSOL, em resposta, se manifestou, definindo como estigma o fato de termos falado sobre "feminilidade" e incorretamente faz uma leitura de que esta feminilidade vincularia a mulher ao papel de apenas "esposa e mãe".
A ideia de "feminilidade" estaria na opinião de Maria Flor vinculada ao desejo de "posse masculina", numa absoluta distorção do que dissemos e revelando o que é a incoerência política e ideológica do pensamento de esquerda.
Já que a mulher é feminina na sua vida profissional e na sua vida pessoal e não apenas na sua condição de esposa e mãe, este atributo impar é o que valoriza a mulher e não a rebaixa de nenhuma forma a uma condição subalterna.
É certo que o PSOL e toda a esquerda, após apoiar (no impeachment) o governo mais corrupto da história brasileira, busca na justa causa das mulheres uma bandeira viável.
Já que a da honestidade e justiça social se foram e suas fileiras, junto com os votos, minguam, como comprova a votação obtida pela própria Maria Flor nas últimas eleições.
Diz ainda Flor, não entendendo e até distorcendo o que afirmamos, chama de "estigmatizar" quando questionamos as Feminazis (junção de feministas com nazistas), comparadas as com atributos de "feminilidade".
Ainda negam "teorias excêntricas" das feminazis, tacitamente assumindo esta condição para seu movimento e considerando que a manifestação de sábado passado tinha como ápice um sarau gay, fruto da excêntrica e criativa dialética da esquerda.