Tribuna do Leitor

ONU e a Escola sem Partido

Mara Montezuma Assaf
| Tempo de leitura: 2 min

Todos sabemos que, através dos anos, a ONU se transformou no maior cabide de emprego da esquerda internacional e, de lá, estes ilustres militantes, porque o são, se acham no direito de criticar e tentar intervir nos programas de governos que não atendam às suas expectativas. Vem agora a decadente ONU a criticar o  Programa Escola Sem Partido, cujos projetos tramitam no Congresso Nacional, sob a alegação de que se virarem leis, "haverá censura significativa" nas salas de aula brasileiras. Que meigos...

Eles jamais criticaram a lavagem cerebral por que passam nossos alunos, tanto em escolas públicas quanto particulares, através de professores que, sejam quais forem suas matérias, aproveitam para deixar seu recado ideológico. Se for aula de história, então... Fazem um massacre com nosso passado, destroem nossos ídolos, falseiam os fatos gloriosos. Ex: a Guerra do Paraguai, iniciada por Solano Lopes, em 1864, o qual, em última instância, buscava uma saída do Paraguai para o Atlântico para formar o que chamava de Grande Paraguai, que incluía regiões da Argentina, Uruguai e as províncias brasileiras do Rio Grande Sul e Mato Grosso.  Ele soube como começar a guerra, mas se recusou a baixar as armas, mesmo quando seu exército estava tão destruído que ele teve que arregimentar crianças e adolescentes para preencher as fileiras.

Nosso magníficos professores de história, seguindo a cartilha ideológica da esquerda, responsabilizam o Brasil pelo massacre ocorrido, que quase deixou o Paraguai sem homens em idade adulta para recompor a Nação. Solano não foi responsabilizado pela sua louca obstinação, mas a monarquia brasileira e homens como Caxias, foram... Isto não é também censura e distorção significativas, mas que a ONU não enxerga? Outro tema que irritou a ONU foi a retirada do currículo escolar de assuntos como "teoria de gêneros e diversidade sexual, orientação sexual", etc.

O problema não são esses assuntos, mas a forma como eram apresentados em aula para crianças do ensino fundamental, quase como uma indução a contestar seu próprio sexo. Enfim, que a ONU se preocupe mais em achar solução para os grandes conflitos mundiais, e isso ela não faz, e pare de se imiscuir nas decisões de governos de países soberanos. Que entendam de vez: o domínio do PT acabou no Brasil, em todas as áreas, inclusive Educação.

Comentários

Comentários