Li e reli o artigo do economista Reinaldo Cafeo e só o que posso afirmar é que pela minha 'metodologia' de aferição econômica, estamos é bem longe de sairmos desta recessão quase sempre varrida para fora dos holofotes para que governantes (óh, como lamento não poder usar aqui palavrões bem definidores para nominá-los com a devida justeza!) incompetentes e ardilosos digam "estamos com a inflação sob controle" ! Não, não estão não, políticos hipócritas, salafrários, bandidos, canalhas, safados, vendilhões, corruptos e depois de minhas reticências deixo espaço para que o leitor inclua por si seus adjetivos/substantivos quanto a esta corja que há trinta anos, em plena democracia (de faz-de-conta), nos governa (eleita pelo povo, aliás)...
Pela minha metodologia, não faltam (ainda) produtos nas gondolas dos supermercados como nos "paraísos" socialistas tipo Venezuela, Cuba e Coréia do Norte, plácidos exemplos de economias destroçadas pelo 'maravilhoso' socialismo e lugares tão amados pelos petistas (estes sim em grande parte os verdadeiros culpados por esta crise pelo tanto que seu partido e líderes roubaram a esta nação com ajuda do PSDB e PMDB entre outros) mas, é fato: os carrinhos estão vazios, logo, não existe mais poder de compra!
Há produtos, mas os salários não bastam para adquiri-los. E se pela minha simplória metodologia esta constatação não valer, invoco então aquela real em números, palpável, advinda de um amigo meu, dono de uma das maiores indústrias de papelão e embalagens do Brasil, fornecedora de embalagens para grandes industrias e comércio em geral. "Paulo, minha produção parou porque não há pedidos das indústrias e o comércio reduziu ao mínimo as compras, terei de demitir funcionários!" .
Lamento, sr. Cafeo (bom economista), mas o próximo triste capítulo deste drama imposto ao povo brasileiro pelo petismo quadrilheiro e sua gang de lulas, dilmas, pallocis, zés dirceus (cidadão bauruense!), mantegas, vaccaris etc etc etc será o efeito do desabastecimento pelo simples fato de, em não tendo para quem vender, a produção parar. E aí, pelo desarranjo dos preços (vendo um pelo preço de dez e quem comprar comprou) é quando um simples pedaço de carne poderá valer tanto quanto uma impressora ou carro custar um apartamento, vulgo, inflação.
Já vimos isso nos anos 80. Este será o futuro, estagflação! Desemprego com a volta da inflação pelo desarranjo de preços da base ecônomica . 'Obrigado', PT, Lula e Dilma, não é para qualquer um destroçar uma nação assim como vocês fizeram.