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Prefeitura de Bauru divulga balanço sobre adesão da greve

Atualizada às 11h46
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 A Prefeitura de Bauru divulgou um balanço dos serviços afetados pela greve nacional, realizada nesta sexta-feira (28). Segundo a assessoria de imprensa, unidades de saúde como o PSC, PAI, UPAs e Unidades de Saúde da Família seguem com atendimento normal.

Já as unidades de Assistência Farmacêutica (UAF) do Geisel e Bela Vista estão fechadas, com atendimento sendo realizado na UAF do Centro. As Unidades Básicas de Saúde do Bela Vista, Gasparini, Mary Dota, Nova Esperança, Octávio Rasi e Redentor estão com atendimento parcial. Nas unidades do CAPS adulto e infantil, assim como o Banco de Leite, o atendimento está normal.

Em relação às escolas municipais de ensino infantil, 44 aderiram à greve; 19 estão com atendimento parcial. Nas escolas de ensino fundamental, 5 escolas não estão funcionando e 12 delas seguem com atendimento parcial.

O Centro Pop não está atendendo nesta sexta-feira (28) e o Conselho Tutelar está com atendimento parcial. As demais Secretarias da Prefeitura, como Obras, Cultura e Semma seguem com serviços normalizados.

A Emdurb informou que o transporte coletivo está paralisado e a coleta de lixo e demais serviços estão funcionando normalmente.

O DAE enviou uma nota comunicando que a greve geral já prejudica serviços prioritários da autarquia.

Segundo o DAE, 29 funcionários aderiram à greve nacional deflagrada nesta sexta-feira (28), a maioria deles (20 trabalhadores) da Divisão Técnica.

Em consequência, alguns serviços prioritários como reposição de asfalto, construção de calçadas e reparos em redes de água e esgoto ficaram prejudicados.

A Regional 12, por exemplo, que engloba bairros como Jardim Petrópolis, Núcleo IX de Julho, Fortunato Rocha Lima, Parque Roosevelt, entre outros, está praticamente parada por falta de funcionários. Em outros pontos da cidade, alguns serviços estão sendo executados manualmente por falta de operadores de retroescavadeira.

A administração municipal decidiu que não cortará o ponto dos funcionários que aderiram ao movimento, mas eles terão de repor o dia não trabalhado, em concordância com a sua chefia imediata.  

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