| Polícia Militar/Divulgação |
| O ato em frente a Câmara local reuniu cerca de 10 mil pessoas segundo os organizadores. Já de acordo com a Polícia Militar, 4 mil |
Após protestarem por várias ruas do Centro de Bauru e retornarem à Câmara Municipal, manifestantes encerraram as concentrações por volta das 12h45. Os protestos são decorrentes do Dia Nacional de Luta, que resultou na paralisação de várias atividades na cidade e no País.
O ato em Bauru reuniu cerca de dez mil pessoas, segundo os organizadores. Já de acordo com a Polícia Militar, 4 mil.
Os motoristas dos circulares, por exemplo, decidiram, em assembleias realizadas na madrugada desta sexta-feira (28), aderir à greve geral marcada em nível nacional.
Segundo os organizadores da manifestação, durante todo o dia de hoje não circularão coletivos pela cidade. Servidores públicos municipais também participaram. A Prefeitura de Bauru divulgou balanço (leia mais).
Já o Sindicato dos Bancários informa que 70% das 35 agências públicas de Bauru não atendem por conta da paralisação. As privadas abriram as portas. Pelo Centro, algumas poucas lojas estavam fechadas. No entanto, outras categorias, como professores e servidores da Justiça do Trabalho, aderiram às mobilizações.
PASSEATA
Logo no início da manhã, após interditarem a rodovia Marechal Rondon, em Bauru, e seguirem pelas avenidas Nações Unidas e Rodrigues Alves, em direção à Câmara Municipal, manifestantes que aderiram à greve geral marcada para esta sexta-feira tomaram o Centro da Cidade que, antes das 8h, ficou vazio por conta dos protestos que tiraram os circulares das vias.
Durante a passeata, um grupo permaneceu reunido em frente à Câmara, de onde alguns manifestantes também saíram pela Rodrigues Alves.
O Comando do Quarto Batalhão de Polícia Militar do Interior (4º BPMI) informou que as manifestações transcorreram de forma pacífica, sem necessidade de intervenção da Polícia Militar. Houve apenas um caso isolado de agressão.