Tribuna do Leitor

Assassinatos

Paulo Boccato
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Desde a edição do nefando Estatuto do Desarmamento, urdido lá em 2005 com real intento totalitário pelo PT (coisa de Zé Dirceu, Thomaz Bastos e do sr. Luiz Eduardo Greenhalgh) e à época apoiado maciçamente por vários órgãos de imprensa, tipo Rede Globo e Folha de São Paulo, que eu e outras vozes isoladas (em especial o Prof. Bene Barbosa, do Movimento Viva Brasil) alertamos, quase sempre desprovidos em igual proporção por uma mídia seletiva, que a violência contra o cidadão honesto só faria crescer no futuro, pois o tal estatuto, em seu pior efeito, entre outros, apenas facilitaria a vida do criminoso que, óbvio, não segue mesmo lei alguma, mas deixaria indefeso ao cidadão honesto pois, na prática, o estatuto proibiu o que o referendo popular decidiu manter (a posse de armas), mas dando ao criminoso a certeza que sua vítima estaria desarmada!

Portanto, ao ler nos jornais que 1/3 dos brasileiros já teve ao menos um parente ou amigo assassinado neste país onde, aliás, há mais de 150 mil ordens de prisão não cumpridas, não me é surpresa.

Surpresa seria é ver tantos utopistas metidos a pacifistas que vão de artistas a pretensos intelectuais, além de jornalistas engajados no desarmamento, em um franco e raro ataque de honestidade intelectual, conectados à realidade, fazerem o necessário mea-culpa admitindo que estavam errados.

 

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