| CLMoreira/MAC/Reprodução |
| Foto do clássico entre Marília e Noroeste, na Série A3 deste ano |
Por dívidas trabalhistas, Ministério Público do Trabalho pede a dissolução, extinção do Marília do futebol profissional. O Marília, representado pelo presidente Antonio Carlos de Souza Vieira, decidiu não disputar a Copa Paulista deste ano. Após a audiência de conciliação com o Ministério Público do Trabalho, que durou quase uma hora e meia, onde participaram o procurador Marcus Vinícius Gonçalves e o presidente do MAC, mediada por um juiz trabalhista, teve o acordo firmado para evitar a extinção do time mariliense do futebol profissional.
Ao todo, são 59 ações trabalhistas que acusam o MAC de não pagar salários, verbas rescisórias, fundo de garantia, férias e 13° salário a jogadores e funcionários. A ação traz uma acusação ainda mais grave: o clube estaria se apropriando indevidamente da renda dos jogos, e dos contratos de patrocínio. O valor deveria ser depositado em uma conta judicial para quitar as ações trabalhistas. Mas o documento ainda revela que o perito encontrou documentos contábeis falsos e há registro também de um sistema de desvios de receitas.
O clube já assinou um termo de ajuste de conduta se comprometendo a pagar os acordos trabalhistas, mas os mesmos não são cumpridos, segundo a ação do procurador.