Com relação ao artigo do missivista João Antônio Pagliosa, sob título Infâmia Brasileira, publicado em 13 de junho, quando, nos finais ele exorta os cidadãos brasileiros a (...) "pense muito bem antes de dar o seu voto no próximo pleito, precisamos de renovação". Queria tecer algumas considerações a respeito. Nós, povo brasileiro, nunca fomos representados desde o advento desta malfadada república, fato este agravado com a queda do regime militar.
Dali em diante, só temos partidos comunistas no comando político da nação - perdoe-me pelo cacófato - porque é isso que estamos vivendo atualmente. Se fizermos uma pesquisa, ficaremos sabendo que mais ou menos oitenta por cento da população brasileira é constituída de cristãos e conservadores, mas atualmente todos - eu digo todos - os part idos políticos, sem exceções, são comunistas. Como diz o professor Olavo de Carvalho, o maior cientista político da atualidade, o Brasil vive uma farsa em matéria de representação política.
E pelo amor de Deus, chega de votar em pessoas. Esta prática não pode mais continuar. Trata-se de um grande erro, temos de mudar esse costume. O primeiro ato é identificar a ideologia partidária de cada um, lamentavelmente acredito que poucos fazem isso. E sem essa de "socialismo". Socialismo não é um sistema econômico, é um sistema de poder. Comunismo é o controle total; socialismo é o controle total, menos os dos meios de produção; logo, socialismo é a ante-sala, a porta de entrada do comunismo. Diante deste quadro, não existe nenhum partido nacionalista, liberal, conservador e cristão; ou um partido que congregue tudo isso. Sendo assim, jamais haverá alguma mudança neste Brasil.
O assunto é amplo, daria para escrever uma infinidades de livros. Mas eu só sintetizarei em dois pontos: educação e impostos. O comunismo consiste, dentre outros, a destruição do ser humano através do ensino subversivo e a destruição da propriedade privada através do aumento de impostos. Podem votar em qualquer destes partidos políticos que ai estão, que eles não melhorarão a qualidade do ensino ou diminuirão os impostos para os níveis civilizatórios.