Folheando o Jornal da Cidade de ontem, dia 15/07/17, fiquei profundamente consternado ao ler a notícia de que o pobre e afastado senador Aécio Neves, além de ter seu nome excluído do painel de votação do Senado, deixará de receber parte do salário, ou seja, será reduzido a um terço, R$ 11.264,00 (tem médico que trabalha mais de oito horas por dia e não ganha isso; bombeiro, então, que salva vida todos os dias, nem pensar...).
Pobre senador! Um trabalhador brasileiro ganhando salário mínimo leva meses pra auferir esta quantia.
Consta também que o pobrezinho perdeu direito ao carro particular. Coitado: vai ter de usar o transporte público ou, quem sabe, até um táxi...
Levando-se em conta o pronunciamento que o mesmo fez estes dias, de que "não usou a vida pública para enriquecer", fico mais consternado ainda.
E chego até ao desplante de propor uma "vaquinha" (preferencialmente mineira), para ajudar o cruelmente empobrecido parlamentar, neste momento tão difícil de sua vida.