Em sua desastrada viagem à Rússia e à Noruega, o impopular e inoperante presidente Michel Temer pagou caro pela omissão do seu desgoverno pela inação contra o desmatamento da nossa Floresta Amazônica, que em 2016 avançou em 29%, área equivalente à cidade do Rio de Janeiro.
Nada foi feito a não ser a degradação de nossas florestas em beneficio das pastagens financiadas pelos bancos públicos, o que é pior que a saída do presidente Trump do Acordo do Clima, porque lá as regras são a partir de 2019, e aqui a Floresta e a Biodiversidade perderam a vida a partir de 2016, neste governo omisso e corrupto que só pensa nas malas e nos recursos para seus apadrinhados.
Por fim, o presidente teve que engolir a seco e a cores o anúncio do corte das verbas para a Amazônia, na fala da primeira-ministra, onde a gafe foi pior quando ele disse que iria justificar ao rei da Suécia à noite no jantar, e estava na Noruega, digamos assim, gafe geográfica.