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Lixão não deixa nada bela a Quinta da Bela Olinda

Marcus Liborio
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Marcus Liborio 
Diomara Dias aponta para lixo jogado entre as ruas Fernando Redondo Gonçalves e Neme Saleme Neme

Um verdadeiro lixão "nasceu" na Quinta da Bela Olinda. Aliás, conforme o Jornal da Cidade já abordou em diversas matérias, este tipo de problema é comum em bairros mais afastados da área central da cidade, principalmente onde há poucas residências.

Nessa quinta-feira (29), a reportagem se deparou com uma situação crítica e recorrente: o lixo é depositado a granel nos terrenos baldios e já começa a invadir as ruas. Sacolas plásticas, garrafas de vidro, entulhos e até sofás compõem o cenário ideal para proliferação de bichos peçonhentos e também doenças. Vale lembrar que lixo orgânico pode causar, entre outras, leishmaniose. 

Em nota, a prefeitura garantiu que deve enviar fiscais aos locais para, posteriormente, tomar as devidas providências. Esta, aliás, é a medida que a professora Diomara Dias espera do poder público há um bom tempo.

Moradora do bairro, ela conta que já flagrou muitas pessoas estacionando o carro e depositando os detritos em terrenos, sem se preocuparem com as consequências. "Claro que a população precisa se conscientizar, mas as autoridades também precisam punir", critica.

Na rua Amadeu Cavalieri (acesso à Lagoa da Quinta da Bela Olinda), nos terrenos à direita da via, é possível visualizar três "montes" de lixo e entulhos, separados por poucos metros de distância entre um e outro. "Aqui é sempre assim", afirma Dias.

A cena é semelhante em outro ponto do bairro. Entre as ruas Fernando Redondo Gonçalves e Neme Saleme Neme, em via de terra, foram depositados os mais diversos tipos de lixo. Dois sofás velhos ajudam a "enfeitar" o cenário degradante.

OUTRO LADO

Em nota, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) informou que irá enviar fiscal aos locais citados pela reportagem do JC para identificar quem são os proprietários dos terrenos e tomar as medidas cabíveis para solucionar o problema.

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