As práticas do chamado "politicamente correto" em geral são boas e, adotadas, melhoram a qualidade de vida das pessoas; coisas como não fumar, respeito aos direitos das mulheres, dizer não ao preconceito de raça e cor e religião, vida saudável, proteção do meio ambiente, não à homofobia e muitas outras boas atitudes que melhoram o mundo em que vivemos como um todo.
No entanto, o excesso em alguns destes conceitos gera distorções como no meio ambiente os "ecochatos" conservacionistas, que desprezam até mesmo o manejo sustentável e, ainda pior, como no caso do respeito às mulheres e de raça criaram um monstruoso preconceito às avessas, as chamadas "cotas das minorias". Estas cotas embutem tacitamente um conceito, em meu ver, falso de inferioridade. Melhor seria gerar oportunidade às minorias para obtenção de resultados sem dúvida iguais e justos.
A homofobia deve ser combatida, mas não gerar uma casta de intocáveis, com privilégios para homossexuais, como se não bastasse a lei, perante a qual todos são iguais. O noticiário da última semana destaca neste quesito a apresentadora global Mariana Ferrão, que presenteou seus dois filhos homens, com uma boneca, gerando polêmica e consequentemente grande espaço na mídia.
Aparentemente, uma bonita atitude diante do modernoso "politicamente correto". No entanto, sem respeitar a identidade destes meninos como homens e a influência futura que isto gerará não só da atitude em si, mas na repercussão que a divulgação da mídia fez e fará. Estas crianças, além de afetadas na sua identidade masculina, ainda poderão sofrer bullying no futuro devido à grande divulgação que a sua mãe deu a notícia, na qualidade de apresentadora da Globo. Tem ainda a parada gay e desrespeito a símbolos católicos que caracterizam o vilipendio, crime descrito em nosso código penal.
Quando se trata de religião, se confunde a liberdade religiosa com a incitação ao crime como a Jihad de morte contra "inimigos do Islãs" ou ainda os casamentos pedófilos com crianças ou a mutilação de mulheres, a perseguição e morte de cristãos, que são direitos humanos e transcendem até mesmo o direito à liberdade religiosa.