Período do ano que concentra pelo menos um terço dos casos de queimadas às margens das rodovias concedidas, os meses de agosto a outubro exigem cuidados redobrados dos motoristas e atenção especial das concessionárias. Nesta época, além de intensificar as ações de combate ao fogo, também são incrementadas as campanhas de alerta e conscientização dos motoristas para os riscos provocados por essas ocorrências.
Se o período que começa agora for mais seco que o mês que terminou ontem, é preciso mesmo muita atenção. Conforme o JC noticiou na última segunda-feira, julho se despediu em Bauru sem uma gota sequer de chuva e foi o mais seco dos últimos oito anos. Com isso, aumentam as queimadas.
O tempo seco dos meses de inverno facilita a propagação dos incêndios e os trechos rodoviários são sensíveis a essas características climáticas devido à vegetação que margeia as estradas. Em 2016, as concessionárias que administram os 7,2 mil quilômetros de rodovias sob concessão atenderam 6.997 casos de queimadas, dos quais 2.290 (cerca de 33%) no período entre agosto, setembro e outubro. O mês mais crítico foi agosto, que teve o registro de 1.090 ocorrências. Nas rodovias, além do problema ambiental, o alastramento do fogo representa risco à segurança para os motoristas, já que a fumaça reduz a visibilidade.
Justamente por conta desse problema, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) coordena junto às concessionárias as ações ligadas à Operação Corta Fogo, conjunto de atividades e iniciativas que visa combater os casos de queimadas em todo o Estado. O programa de prevenção tem coordenação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e envolve diversos órgãos estaduais, como Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, entre outros.
Operação Corta Fogo
Os funcionários que trabalham na inspeção de tráfego – que circulam em viaturas pelo trecho concedido para atendimento aos usuários – levam abafadores em seus veículos para iniciar o combate a pequenos focos de incêndios. Algumas dessas viaturas são equipadas, inclusive, com pequenos tanques de água para auxiliar no combate às chamas.
Além disso, carros-pipas ficam de prontidão em pontos estratégicos para realizar o combate ao fogo no tempo mais breve possível. Também há grande interação com o Corpo de Bombeiros. Além disso, algumas concessionárias firmam parcerias com usinas, indústrias e outros estabelecimentos empresariais com estrutura para o combate ao fogo. Em trechos urbanos de algumas rodovias, é desenvolvido um trabalho junto à comunidade com orientações sobre o risco de atear fogo ao lixo e outros detritos próximo à rodovia.
Além disso, começaram, nesta segunda-feira, ações de comunicação da Operação Corta Fogo. Haverá mensagens educativas e de alerta inseridas nos painéis de mensagem eletrônica das rodovias e banners no site da Artesp e das concessionárias. Também serão publicados posts no Facebook e no Twitter da agência com informações que serão compartilhadas pelas concessionárias.
O principal alerta dado ao motorista é que ele comunique a concessionária, através do serviço 0800 de cada rodovia, sob focos de incêndio observados ao longo da viagem. Para reforçar essa mobilização, as concessionárias programaram também algumas ações com distribuição de panfletos nos pedágios.
Bituca é a grande 'vilã'
Período do ano que concentra pelo menos um terço dos casos de queimadas às margens das rodovias concedidas, os meses de agosto a outubro exigem cuidados redobrados dos motoristas e atenção especial das concessionárias. Nesta época, além de intensificar as ações de combate ao fogo, também são incrementadas as campanhas de alerta e conscientização.
Se o período seguinte for mais seco que julho, é preciso mesmo muita atenção. Conforme o JC noticiou na última segunda, o mês se despediu em Bauru sem uma gota sequer de chuva e foi o mais seco dos últimos oito anos.
O tempo seco dos meses de inverno facilita a propagação dos incêndios e os trechos rodoviários são sensíveis a essas características climáticas devido à vegetação que margeia as estradas. Em 2016, as concessionárias que administram os 7,2 mil quilômetros de rodovias sob concessão atenderam 6.997 casos de queimadas, dos quais 2.290 (cerca de 33%) no período entre agosto, setembro e outubro. O mês mais crítico foi agosto, que teve o registro de 1.090 ocorrências. Nas rodovias, além do problema ambiental, o alastramento do fogo representa risco à segurança para os motoristas, já que a fumaça reduz a visibilidade.
OPERAÇÃO CORTA FOGO
Justamente por conta desse problema, a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) coordena junto às concessionárias a Operação Corta Fogo. O programa de prevenção tem coordenação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e envolve diversos órgãos estaduais, como Defesa Civil e Corpo de Bombeiros, entre outros.
Os funcionários que trabalham na inspeção de tráfego levam abafadores em seus veículos para iniciar o combate a pequenos focos de incêndios. Algumas dessas viaturas são equipadas, inclusive, com pequenos tanques de água para auxiliar no combate às chamas.
Além disso, carros-pipas ficam de prontidão em pontos estratégicos para realizar o combate ao fogo o mais breve possível. Também há grande interação com o Corpo de Bombeiros. Além disso, algumas concessionárias firmam parcerias com usinas, indústrias e outros estabelecimentos empresariais com estrutura para o combate ao fogo. Em trechos urbanos de algumas rodovias, é desenvolvido um trabalho junto à comunidade com orientações sobre o risco de atear fogo ao lixo e outros detritos próximo à rodovia.
Também começaram. na semana passada, ações de comunicação, como mensagens educativas e de alerta nos painéis eletrônicos das rodovias e banners no site da Artesp e das concessionárias.
O principal alerta dado ao motorista é que ele comunique a concessionária, através do serviço 0800 de cada rodovia, sob focos de incêndio observados ao longo da viagem.
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