O medo é uma reação natural frente à uma situação de perigo na qual o bicho homem tem duas opções para tomar: fugir ou lutar.
Até aí não há problema algum, reação fisiológica para uma situação de perigo, a sobrevivência é quem manda.
Mas o problema é quando o medo se espalha por todos os ramos sociais.
Pais que põe medo nos filhos para que fiquem mais obedientes, pessoas que trabalham em um emprego que não gosta por medo da miséria, pessoas que deixam de frequentar lugares por medo.
Infelizmente, vivemos na sociedade do medo, no imaginário popular, no meio social e espiritual.
O medo faz tomarmos atitudes irracionais, deixamos de viver o agora para temer o que estará por vir, adiantamos em nossas mentes situações que nos trarão apreensão mesmo sabendo que o futuro ainda não existe.
Há quatro tipos de medos que devemos enfrentar:
1- o medo da perda;
2- o medo do fracasso;
3- o medo do abandono;
4- o medo da morte.
Mas como perder o medo, afinal?
Não perderemos nunca o medo, isso é biológico, um mecanismo automático, natural e animal de sobrevivência.
Mas podemos tomar as rédeas, o controle de impulsos animais.
Como? Simples, o medo é pela manutenção vida, e o que é a vida?
Vida é amor, uma mãe de qualquer espécie que não cuide de seu filhote este perecerá, quem ama cuida, assim amamos ao regar uma planta, ao respeitar o próximo a relevar atitudes insensatas de um tolo.
Mudemos a sociedade do medo para a sociedade do amor, deixem os revanchismos de lado mas não sejamos omissos, se alguém faz o mal não sujem suas mão, não somos juízes, mas podemos perceber as coisas. Não deixem o errado ter voz quando se sabe o que é certo, mas nunca façam o mal, pois nunca se tira algo positivo de uma atitude negativa.
Quando amamos perdemos o medo, não seremos ameaçadores aos outros e estes perderão o medo, vá onde quiser ir, faça o que quiser fazer, pois este planeta é a nossa casa, e quando perdermos o medo poderemos, talvez um dia, arrumar o quintal.