A situação mundial, hoje, é de medo. Ataques terroristas são cada vez mais frequentes. Londres, Manchester, Paris. Medidas autoritárias são tomadas indo na contramão da globalização.
Por meio de um decreto presidencial, o presidente da primeira potência mundial, Donald Trump, reafirma a construção de um muro com o México. A atitude representa o retrocesso a 1961, a construção do muro de Berlim.
Tal ato evidencia a necessidade de os EUA combaterem a imigração ilegal, porém, ao mesmo tempo, demonstra a separação do país desenvolvido e do subdesenvolvido com a continuidade da disparidade econômica.
A globalização proporciona a quebra de barreiras, a rapidez em informações, avanços tecnológicos, de modo a facilitar o convívio humano.
Certamente, medidas opositoras ao processo, como a construção de bloqueios, resultarão em conceitos necessários de extinção.
Também ativam o xenofobismo e o preconceito étnico, por conta da discrepância e a superioridade de um grupo em relação ao outro.
É notório que construções de obstáculos são um regresso. Afinal, a integração mundial tem o papel de homogenizar. Assim, um consenso organizado por um órgão, como a ONU, para inibir atitudes autoritárias e preconceituosas ajudaria eliminar conceitos circunstancialmente.