Tribuna do Leitor

Na contramão

Por João Pedro G. Puttini | estudante
| Tempo de leitura: 1 min

A situação mundial, hoje, é de medo. Ataques terroristas são cada vez mais frequentes. Londres, Manchester, Paris. Medidas autoritárias são tomadas indo na contramão da globalização.

Por meio de um decreto presidencial, o presidente da primeira potência mundial, Donald Trump, reafirma a construção de um muro com o México. A atitude representa o retrocesso a 1961, a construção do muro de Berlim.

Tal ato evidencia a necessidade de os EUA combaterem a imigração ilegal, porém, ao mesmo tempo, demonstra a separação do país desenvolvido e do subdesenvolvido com a continuidade da disparidade econômica.

A globalização proporciona a quebra de barreiras, a rapidez em informações, avanços tecnológicos, de modo a facilitar o convívio humano.

Certamente, medidas opositoras ao processo, como a construção de bloqueios, resultarão em conceitos necessários de extinção.

Também ativam o xenofobismo e o preconceito étnico, por conta da discrepância e a superioridade de um grupo em relação ao outro.

É notório que construções de obstáculos são um regresso. Afinal, a integração mundial tem o papel de homogenizar. Assim, um consenso organizado por um órgão, como a ONU, para inibir atitudes autoritárias e preconceituosas ajudaria eliminar conceitos circunstancialmente.

 

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