É notório este assunto ser nefasto. Diariamente tentamos prevenir enfermidades de fortes lesões sociais. São arranhões, cortes, feridas, agora, expostas. Cada bala cuspida, acerca da reinante violência, certifica-se nossa vulnerabilidade.
Tanto em notórios noticiários, quanto no dia a dia. Afirma-se, frequentemente, que o status social esteja, de fato, relacionado com a violência urbana.
Embora, essa não seja algo característico por sua variedade socioeconômica, por demandar de outros fatos motivadores.
A seriedade do assunto faz com que a sociedade reveja, na maioria das vezes, as causas e o comportamento a ser praticado. Cansada da morosidade da Justiça, da reincidência factual, muitos preferem agir à Talião. Também, pudera! O comportamento passivo das vítimas é um grito inaudível de quanto nos silenciamos com esse medo castrador.