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Arena Corinthians aposta em pesquisa por melhorias


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Na última terça-feira, a Arena Corinthians divulgou pesquisa feita em parceria com a Armatore, Market Science em que o perfil do torcedor que frequenta o estádio é dissecado. E uma das características apresentadas chamou bastante atenção: 38% dos frequentadores da arena tem renda mensal de R$ 8.800 até mais de R$ 17.600. Os números indicam uma mudança no perfil da torcida do "Clube do Povo".

A assessoria do estádio reconhece que a repercussão dos dados trouxe uma imagem de elite para os corintianos, mas tem argumentos para explicar e, de certa forma, tentar desconstruir esse fenômeno indicado na pesquisa. As perguntas sobre renda mensal, por exemplo, não eram individuais, mas sim para uma média familiar, com mais de um integrante inserido no mercado de trabalho. Outro fator está no método utilizado para formular a pesquisa quantitativa. Foram consultadas 12 mil pessoas, mas somente via Internet. Ao todo, 71,9% dos participantes são membros do programa Fiel Torcedor. O restante é composto por torcedores comuns. Segundo a Armatore, o critério levado em consideração para apontar as classes sociais que frequentam a Arena foi o Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB) e, esse sim, deve servir de parâmetro para definir o perfil dos corintianos que vão à Itaquera. Essa avaliação não mensura a classe social somente a partir da renda, mas sim por nível de conforto, escolaridade e serviços públicos. Com esses dados e a renda familiar declarada pelos torcedores, a distribuição de classes do público no estádio corintiano tem: 54,9% pertencente às classes C, D e E; 23,8% pertencente à classe B; 12% pertencente à classe A; 9,4% não responderam.

 

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