| Reprodução Internet |
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| Empresário Adevaldo Colonize está desaparecido desde domingo |
| Polícia Civil/Divulgação |
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| Caminhonete do empresário estava abandonada no bairro Cohab |
A pedido da Polícia Civil, a Justiça decretou nesta segunda-feira (30) prisão temporária de dois irmãos, de 21 e 28 anos, flagrados com a caminhonete do empresário desaparecido de Igaraçu do Tietê (71 quilômetros de Bauru) Adevaldo Colonize, de 51 anos. O empresário, dono da rede de colégios ADV, com unidades em Jaú, Botucatu, Bauru e Barra Bonita, foi visto pela última vez na madrugada de domingo (29). Até o final dessa segunda (30), a polícia fazia diligências para tentar encontrá-lo.
Colonize frequentou estabelecimento comercial na madrugada de domingo e, desde então, ninguém mais teve notícias dele. Segundo a Polícia Civil, familiares estranharam a sua ausência no domingo e, como não conseguiram contato telefônico com ele, procuraram a delegacia para comunicar o seu desaparecimento.
No mesmo dia, por volta das 17h, equipe da PM encontrou uma caminhonete Toyota Hilux branca com as portas abertas abandonada no bairro Cohab, em Igaraçu do Tietê. Quando a polícia descobriu que ela pertencia ao empresário e que ele estava desaparecido, apreendeu o veículo para realização de exames.
A Polícia Civil iniciou as investigações para apurar o sumiço de Colonize e eventual crime e, segundo o delegado Marcelo Aparecido Tomaz Goes, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jaú, descobriu que três jovens haviam sido vistos de madrugada e durante à tarde com a caminhonete dele.
Com apoio da PM, um deles, M.J.M., de 21 anos, foi detido e, na delegacia, alegou que apenas teria aceito carona do amigo C.H.S., de 19 anos. O irmão de M.J.M., P.R.M., 28 anos, que também foi visto conduzindo o veículo do empresário, também foi detido. Já C.H.S. não havia sido localizado até a noite dessa segunda-feira (30).
PRISÃO
O titular da DIG informou que, diante dos indícios de um provável roubo e de eventual crime de associação criminosa, representou pela prisão temporária dos dois irmãos, que foi decretada pela Justiça.
"Uma vez presos, M.J.M. e P.R.M. disseram apenas ter utilizado a caminhonete da vítima, juntamente com C.H.S., sem que tivessem qualquer contato com Adevaldo, muito menos sabendo do seu paradeiro, nem tampouco como o veículo estava na posse de C.H.S", declarou.
"As equipes de policiais civis da DIG de Jaú, das cidades de Igaraçu do Tietê e da Barra Bonita realizaram ao longo deste dia e dão continuidade de forma ininterrupta às diligências com o propósito de encontrar Adevaldo e apurar os fatos para assim, efetivamente, definir o crime que restou configurado".

