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| Velório de Adevaldo Colonize ocorreu no ginásio de Igaraçu do Tietê |
O corpo do empresário Adevaldo Colonize, de 51 anos, dono da rede de colégios ADV, foi sepultado no início da noite de ontem no Cemitério Municipal de Igaraçu do Tietê (71 quilômetros de Bauru) em cerimônia que reuniu familiares, amigos e estudantes das escolas que ele administrava. Dois jovens suspeitos de matar o empresário para roubar sua caminhonete estão presos e um terceiro segue foragido.
O velório de Colonize teve início às 13h, no Conjunto Esportivo José Antônio Varasquim, em Igaraçu do Tietê, cidade onde ele morava. Durante toda a tarde, centenas de pessoas passaram pelo local para prestar sua última homenagem ao empresário. Pelas redes sociais, muitos amigos também fizeram questão de postar mensagens falando sobre o exemplo que ele deixou como educador.
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| Às 19h, o corpo do empresário seguiu para o Cemitério Municipal |
Colonize foi vítima de um crime brutal, que chocou até mesmo policiais que trabalharam no caso. Após o seu desaparecimento na madrugada de domingo (29) e a prisão de dois irmãos vistos por populares andando na sua Toyota Hilux branca, que foi encontrada abandonada na tarde do mesmo dia, no bairro Cohab, em Igaraçu do Tietê, a Polícia Civil iniciou longo trabalho de investigação para tentar localizá-lo.
Somente na terça-feira (31), com a confissão de um dos presos, Marildo Junior Meza, 21 anos, a polícia descobriu que o empresário havia sido vítima de latrocínio (roubo seguido de morte). Após deixar uma casa noturna e dar carona ao jovem e a um amigo dele, Caíque Henrique Salles, 20 anos, a vítima foi espancada, estrangulada e abandonada inconsciente em um canavial na zona rural.
Acreditando que Colonize estivesse morto, os dois retornaram à cidade para buscar o irmão de Marildo, Paulo Roberto Meza, de 28 anos, que teria ajudado a dupla a colocar fogo nele. Segundo o delegado titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Jaú, Marcelo Aparecido Tomaz Goes, exames periciais revelaram que o empresário foi queimado quando ainda apresentava sinais vitais.
Após o crime, os três tentaram vender a caminhonete dele em Bauru, Botucatu e Jaú, sem sucesso. Os dois irmãos estão presos temporariamente. A prisão de Caíque também já foi decretada pela Justiça, mas, até o fechamento desta edição, ele permanecia foragido. De acordo com o titular da DIG, os três deverão responder pelos crimes de latrocínio, associação criminosa e ocultação de cadáver.

