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Corpo de jovem de 22 anos desaparecida após dar carona é localizado em Minas

Estadão Conteúdo
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Reprodução Facebook
Kelly Cadamuro morava em Guapiaçu, na região de Rio Preto

O corpo de uma jovem paulista de 22 anos, que desapareceu quando participava de um grupo de caronas por meio do aplicativo Whatsapp, foi encontrado na tarde de ontem, próximo da cidade de Frutal, no Triângulo Mineiro. Kelly Cristina Cadamuro morava em Guapiaçu, na região de São José do Rio Preto, e estava desaparecida desde a tarde de quarta-feira, dia 1º, quando combinou uma viagem pelo aplicativo para Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar, a jovem estava seminua, com a cabeça mergulhada em um córrego. A calça que usava foi achada a três quilômetros do local. A perícia vai indicar se ela sofreu violência sexual.

De acordo com os familiares, Kelly ia visitar o namorado, um engenheiro civil, em Itabagipe, no Triângulo Mineiro, e postou a viagem no grupo. Um casal se ofereceu para dividir a despesa, mas a mulher teria desistido. Ela foi buscar o rapaz próximo da Praça Cívica, em Rio Preto. A jovem foi vista pela última vez quando parou para abastecer o carro, em um posto da Rodovia Transbrasiliana (BR-153), e fez comunicação com a família, informando que estava com o carona, que até então não conhecia.

Câmeras instaladas em uma praça de pedágio mostram a passagem do carro dirigido pela jovem no sentido da cidade mineira e, algum tempo depois, retornando em sentido contrário, com um homem ao volante. O veículo foi achado sem as rodas, som e equipamentos, em uma estrada rural entre Rio Preto e Mirassol. O corpo da jovem foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) e reconhecido pelos familiares. A perícia vai indicar a causa da morte. As polícias de Frutal e de Guapiaçu trabalham em conjunto para tentar encontrar o homem que estava de carona com Kelly.

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