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Retranca 2 grande

LUANA BORGES
| Tempo de leitura: 2 min

Depois da reformulação promovida por Marcius Melhem e Maurício Farias, o "Zorra Total" passou a se chamar "Zorra" e ganhou mais repercussão. Em sua opinião, no que o programa acertou?

Érico Brás - Na renovação. Estamos fazendo comédia de situações do cotidiano. Como, por exemplo, com a piada na chamada do programa: "está difícil competir com a realidade". Nós estamos sendo fiéis ao que a realidade propõe e estamos bem. Mas tem todo um jogo por trás das câmeras com a equipe, autores e direção.

O "Zorra" conta com vários esquetes e, consequentemente, os atores interpretam muitos personagens diferentes. Você teve alguma dificuldade em se adaptar a esse ritmo de trabalho?

Érico Brás - Para mim, não existe dificuldade. O que temos é o cuidado para cada esquete ficar diferente, com alguma novidade que seja engraçada. Os personagens vão variando e a gente vai mudando junto.

Recentemente, você participou do "Popstar". Como foi a experiência de cantar na televisão?

Érico Brás - Eu fiz algumas coisas muito boas este ano e o "Popstar" foi o ponto máximo das novidades na minha carreira. Foi uma experiência maravilhosa, que me deixou com gostinho de quero mais. Sem contar os amigos que encontrei e as novas amizades que conquistei. Fui feliz no programa, mas música é um caminho que requer uma dedicação e disciplina que, nesse momento, não sei se tenho tempo para me dedicar tanto, já que sou exigente com tudo que me envolvo.

Desde que começou a trabalhar na Globo, em "O Paí, Ó", de 2008, você acumulou papéis em séries e programas de humor. Mas, em 2016, fez sua estreia nas novelas na pele do Jader de "A Lei do Amor". Atuar no produto de teledramaturgia de maior visibilidade da emissora, como um folhetim das 21 horas, era um objetivo seu?

Érico Brás - Todo ator quer fazer novela um dia e eu não sou diferente. Adorei e faria mais. Tive o prazer de ter na minha primeira novela companheiros de cena como Tarcísio Meira, Vera Holtz e Heloisa Perissé. Quer mais? Adoro o que faço e não me vejo em outra profissão. Se não estou atuando no palco ou na televisão, fico doido e inquieto. O ritmo frenético de gravação da novela me deu maior vontade e energia. Nada me assustou em fazer uma novela pela primeira vez.

Sua trajetória na televisão é bastante atrelada ao humor. Que balanço você faz da sua carreira no veículo até agora?

Érico Brás - Eu tenho uma programação de carreira e sei exatamente que tipo de ator quero ser. Até aqui, tenho cumprido, com bastante atenção nas oportunidades, o meu planejamento de carreira. Portanto, o meu balanço é positivo. Tenho vontade de apresentar um programa porque acho que precisamos dar uma diversificada e porque sinto que faria bem. Além disso, sinto falta ainda de papéis com mais peso na minha carreira.

Serviço

"Zorra" vai ao ar pela Globo sempre aos sábados, às 22h30.

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