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Sindicato dos Bancários faz ato de protestos em Bauru, mas greve não é aderida

Atualizado às 10h40
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Douglas Reis
Protesto e assembleia foi realizada em frente à Caixa, no Centro

Sindicalistas e bancários realizaram, nesta manhã de sexta-feira (10), atos contra as reformas do governo Michel Temer em frente à Caixa Federal da rua Marcondes Salgado, no Centro. Antes, em assembleia realizada na sede da entidade que reuniu cerca de 80 trabalhadores, a categoria aprovou, formalmente, uma greve para esta sexta-feira, denominada como Dia Nacional de Luta.

No entanto, poucos funcionários aderiram à paralisação, segundo a própria entidade. A preocupação com o desconto do dia parado teria dificultado o eventual fechamento de agências hoje. Na última greve houve corte.

Portanto, após o protesto que durou cerca de duas horas, no Centro, a maioria dos bancários entrou para cumprir o expediente normalmente. De acordo com Paulo Tonon, coordenador do sindicato, o principal motivo da mobilização foi a reforma trabalhista, que entra em vigor neste sábado (11). O dia de luta está sendo organizado por centrais sindicais, com o apoio de movimentos sociais e estudantis.

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/CSP-Conlutas informou ainda que o alerta aos trabalhadores sobre o retrocesso que representa a nova legislação trabalhista continua. Além da luta contra a reforma trabalhista, os bancários também informaram que buscam o fortalecimento dos bancos públicos e do papel social que eles desempenham. Em nota, o sindicato alegou que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estariam sob ataque do governo, outro motivo para os protestos em âmbito nacional.

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