Regional

Dois são presos por furto de energia

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 1 min

J.Serafim
Operação Gato de Botas foi feita pela Polícia Civil com apoio da CPFL

Dois homens foram presos nessa terça-feira (21) em flagrante em Lins (102 quilômetros de Bauru) suspeitos de furto de energia durante a segunda etapa da Operação Gato de Botas, realizada pela Polícia Civil com o apoio de técnicos da CPFL Paulista.

De acordo com o delegado João Pandolfi, foram cumpridos mandados de busca em 30 endereços, entre residências e estabelecimentos comerciais. Durante a inspeção nos medidores de energia, as equipes identificaram algum tipo de irregularidade em 17 imóveis.

"Foi constatado rompimento do lacre ou, efetivamente, estava havendo a subtração de energia na hora da vistoria", diz. No caso da adulteração do lacre do medidor, o delegado conta que um inquérito será instaurado para apurar eventual crime e punir envolvidos.

Os proprietários de dois estabelecimentos comerciais - um salão de festas e uma mercearia -, onde, além do rompimento do lacre, segundo Pandolfi, o furto de energia foi confirmado durante a fiscalização foram presos em flagrante por furto qualificado mediante fraude.

"Eles vão ser apresentados em audiência de custódia amanhã (hoje)", declara. Os nomes dos presos não foram divulgados. Em nota, a CPFL informou que substituiu todos os medidores irregulares e notificou os clientes responsáveis pelas unidades consumidoras.

PRIMEIRA FASE

No dia 24 de julho, quatro pessoas foram presas em Lins na primeira fase da Operação Gato de Botas por envolvimento em esquema de furto de energia, entre elas eletricista que oferecia o serviço de adulteração de medidores para pessoas físicas e jurídicas.

Segundo a CPFL, fraudes e furtos de energia são crimes previstos no Código Penal e a pena para infratores pode variar de um a quatro anos de detenção. A companhia revela que cobra os valores retroativos referentes ao período em que ocorreu o furto.

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