Em resposta à carta do munícipe Antônio Sergio Sanches, publicada na Tribuna do Leitor, do Jornal da Cidade, no último domingo, dia 17/12, o DAE vem esclarecer o que segue.
- O DAE implantou até hoje 93 quilômetros de interceptores e, com isso, o Rio Bauru e seus 11 afluentes na área urbana estão livres dos lançamentos de esgoto, sendo que toda essa tubulação está interligada à rede existente e não o contrário. Especificamente sobre o Córrego Água Comprida, o contrato entre DAE e Stemag não previa a contenção das encostas, primeiro porque cada contrato tem a sua peculiaridade, depois porque até então não havia risco de desbarrancamento.
Como o contrato entre DAE e Stemag não previa a estabilização das margens, a autarquia vai realizar licitação no próximo ano para contratar este serviço (uma vez que não havia previsão de verba no orçamento deste ano) para que posteriormente a Stemag recupere os emissários, serviço que faz parte da garantia no contrato.
Com relação à drenagem das águas pluviais que vai para os vales de córregos, o serviço é de competência da Secretaria de Obras, que possui técnicos e engenheiros qualificados para a implantação das galerias com os diâmetros específicos, confecção dos dissipadores de energia, que o senhor se refere como 'difusores'. É importante ressaltar que mesmo um serviço de qualidade às vezes não resiste a uma sequência de fortes chuvas como o volume recorde de 1.070 milímetros registrado até abril deste ano, sendo que as chuvas foram intensas até junho. Aliás, a Secretaria de Obras já iniciou a recuperação da tubulação e do dissipador no Córrego Água Comprida, serviço este sendo acompanhado pelo DAE, para que tão logo se conclua o dissipador o serviço do interceptor de esgoto também seja concluído.
Com relação à fiscalização da instalação dos interceptores, o DAE mantém pelo menos três técnicos e um engenheiro acompanhando essas obras, tanto que em alguns trechos a empresa teve de realizar readequações no trabalho, graças às intervenções dos fiscais da autarquia.