Nasceu nada discreto em 2000, todos achavam que seria muito moderno e traria solução para quase tudo. Logo começamos a perceber que não era um menino muito diferente do irmão mais velho, pois quem o educava continuava com os mesmos vícios de ganância, intolerância e egoísmo. O novo milênio foi então crescendo e tentando aprender, mas era arteiro. Com apenas um ano deixou caírem aviões sobre prédios. Que tragédia! Aos 8 anos, brincando de bolha, explodiu uma enorme que abalou o mundo, ainda bem que no Brasil só fez marolinha.
Na adolescência, o milênio foi mal aluno, fugiu das aulas de história e com isso descuidou-se de onde colocou seus bonecos mais feios. Quais? Bom, são vários, tem o Putin, o Lula, o Maduro, e até o Donald, não o pato que é bonzinho, o Trump.
Mas agora faz 18 anos e torna-se adulto, imputável, responsável por seus atos. Mas, coitado, acho que vai continuar exposto às más influências. Ou não? Depende de nós todos. Vamos todos influenciar para o bem o milênio que recebemos para viver.
Muitos de nós temos responsabilidade redobrada na formação da vida adulta do milênio, ao conduzirmos além de nossas próprias vidas, também o interesse coletivo através de nossas vidas profissionais. Que Deus, o arquiteto maior deste mundo, oriente nossos passos nessa jornada de eternos recomeços que se renova no ano novo. Feliz 2018 adulto!