Tribuna do Leitor

Princípios de igualdade constitucional

Valdomiro Garcia de Freitas Caires
| Tempo de leitura: 2 min

Conhecemos a real situação do nosso querido Brasil, por sinal, públicas e notórias e sem qualquer questionamento, porém, os nossos administradores públicos são surdos e mudos e não querem o bem estar de todos igualmente. Como fonte de inspiração, abrindo o livros dos livros, a Bíblia, vamos encontrar no texto destacado o que ela diz a respeito: Evang. Mateus cap. 17, ver. 25, segunda parte e vers. 26 e 27. "Jesus paga imposto".De quem cobram os reis da terra impostos ou tributos: dos filhos ou dos estrangeiros? Dos estranhos. Jesus lhe disse: "Logo isentos os filhos, mas para não escandalizarmos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti". Ele demonstrou para todos nós o princípio de igualdade. Todavia, inadmissível à atual conjuntura política, em admitir que milhares pagam pelos outros e estes, em um percentual pequeno, não estão nem aí, comem e bebem a custas de um sociedade sofrida.

Os nossos legisladores "situação e oposição" não encontram entre si um caminho que venha desfazer dessas injustiças. Falam, falam, mas continuam agindo com todas as evidências, pois os seus interesses, família, grupos, partidos políticos, são prioridades, etc, pois todos são farinha do mesmo saco demonstrando claramente que não querem o bem do país, mas, sim, querem se perpetuar no poder, sugando a "vaquinha mococa" que não tem mais leite e os seus úberes, precisam de um tratamento de urgência, mas não têm um convênio com o Hospital Sírio de Libanês de São Paulo.

As reformas urgentes e necessárias, entre elas a da Previdência, não se efetiva, colocando em risco não só os treze milhões de trabalhadores desempregados num estado de miséria, como também aqueles que recebem com o suor de seu trabalho ao longo do seus trinta e cincos efetivos no exercício de suas funções laborais, sua aposentadoras mínimas, insuficiente para comprar os remédios necessários à sua saúde. Entretanto, para eles, as suas reeleições são prioridade, pois os contracheques são altíssimos, além dos benefícios indiretos que somam mensalmente trezentos mil em suas contas bancárias, além das propinas, lavagem de dinheiro, etc, para paraísos fiscais.

É possível mudarmos a real situação do nosso país? Sim, se continuarmos sustentando o direito de igualdade de tratamento em todos os níveis, ampliarmos a nossa participação em todas as esferas públicas, denunciando os ladrões do nossos dinheiro e participando das eleições próximas para desenvolvermos uma faxina geral no Executivo, Legislativo e Judiciário, este, com respeito, embora com ressalvas. Reflita, a mudança está em nossas mãos. Juntos seremos vencedores.

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