A empresa Smartmatic, de estreitos laços com o governo ditatorial de Nicola Maduro e que, no Brasil, teima em ganhar uma licitação em um TSE que aparentemente não liga para suas conexões internacionais (coisa vedada por lei), deseja fornecer em papel térmico (aquele semelhante ao recibo do cartão de crédito) os recibos de votação deste ano e cuja imagem dura dez meses no máximo.Sabiam?
E falando nas tais impressoras que deverão dar o "recibo de votação ao eleitor", a serem usadas no pleito eleitoral deste ano, estas serão em apenas 5% das urnas eletrônicas (todas elas, aliás, fornecidas pela tal Smartmatic) apesar do sr. Gilmar Mendes na qualidade de então pres. do TSE ter tido mais de dois anos para pedir a verba necessária para o cumprimento da lei (um projeto do dep. Bolsonaro) e que exige 100% das urnas com o voto impresso!
Smartmatic, esta que "cuidou" das eleições na Venezuela, a mesma empresa que em 2015, procurada, não foi encontrada pela imprensa venezuelana em Caracas nos endereços que alegou ocupar e, pior, cuja sede declarada ficava no Panamá (a mesma reportagem tentou sem sucesso contato telefônico por dias no Panamá), mas hoje está em...Barbados, um conhecido paraíso fiscal!!
A esta empresa também competirá fornecer o software, drivers e código fonte para a eleição brasileira sendo que este mesmo programa foi criado em associação com outros estrangeiros, uma empresa de Israel. Para piorar ainda mais a coisa toda, seus prepostos junto ao TSE nacional são cinco venezuelanos e um português. Dá para confiar ?