Tribuna do Leitor

Triste fim de carnaval

Aldo Wellichan
| Tempo de leitura: 1 min

Há 50 anos, pessoas que não eram sócias de clubes como o BTC, BAC, Luso, Bancários, Noroeste e Paulista brincavam o Carnaval e faziam brincadeiras dançantes em suas casas com os amigos da vizinhança ao som do toca-disco e dos discos, os famosos bolachões, vários deles da antiga e famosa gravadora RCA Victor. E as pessoas se divertiam sem algazarras ou brigas.

Domingo de Carnaval, Praia de Arealva, estava eu em companhia de dois amigos e uma amiga quando, por volta de 18h, um rapaz acompanhado de uma mulher entra no estacionamento para participar do evento promovido pela Prefeitura Municipal. Bem à frente do seu carro, centenas de pessoas interceptavam sua passagem. Pediu, buzinou, mas ninguém estava nem aí com eles.

Numa atitude incorreta, ele jogou o seu carro para cima das pessoas e teve um copo de cerveja lançado no seu rosto. Ele desceu do carro para tirar satisfação, e o pior lhe aguardava. O seu carro foi para a "sucata" e ele está hospitalizado até o momento em um hospital de Bauru com um braço fraturado e com a suspeita de sua bacia também fraturada. Em nome de festas para ajudar a "quebrada" Santa Casa local, eventos são realizados na praia sem o "mínimo" de segurança aos que lá vão para se divertir... E "otras cocitas mas".

 

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