| Prefeitura de Pederneiras/Divulgação |
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| Adalberto Retto Junior com o prefeito, vice-prefeito e secretários |
Profissionais da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Bauru, sob a coordenação do professor de Arquitetura e Urbanismo Adalberto da Silva Retto Junior, visitaram nesta semana várias regiões de Pederneiras (26 quilômetros de Bauru) onde, potencialmente, poderão ser criados centros articulados de mobilidade urbana.
O prefeito Vicente Minguili (PMDB), o vice-prefeito Marcio Urrea e secretários municipais acompanharam a equipe pela cidade para facilitar a interlocução entre as demandas de mobilidade urbana e possibilidades estruturais e projetos futuros de cada área da administração municipal.
O plano diretor de Mobilidade Urbana, que está inserido na revisão do Plano Diretor de Pederneiras, propõe integrar e articular a cidade no sentido de facilitar o acesso e a mobilidade dos cidadãos para os serviços públicos disponíveis.
Para isso, foram realizadas reuniões de bairros no último trimestre de 2017 para levantar junto à população as principais demandas de cada região. "Com essas demandas em mãos, nós dividimos as cidades em quatro grandes setores e 11 estruturas urbanísticas mínimas", explica Retto Junior.
"Cada estrutura tem em comum a oferta de serviços públicos. Nossa intenção é criar, dentro do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, ferramentas para articular os serviços que já existem e facilitar a integração entre eles e, desta forma, criar centros integrados de serviços nos bairros com grande mobilidade urbana".
OS CENTROS
Esses centros, segundo o professor, já existem nos bairros e ficam em áreas nas proximidades de escolas, postos de saúde, centros comunitários, creches e centros de inclusão digital. A intenção é integrar essas áreas, articulando o que já existe no local por meio de calçadas adaptadas a todos, pontos de ônibus diferenciados que sirvam como ponto de referência para a população, ciclovias e arborização urbana.
"Muito do que precisamos para criar esses centros de mobilidade urbana nos bairros já existe, já está lá. Precisamos integrar isso. Fazer adaptações e articulações. Onde não há calçadas adaptadas, por exemplo, é necessário fazer. Onde não há ciclovia, também é necessário. Claro que tudo de acordo com as condições financeiras do município", ressalta o chefe do Executivo.
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