O Brasil caminha incerto,
Sempre longe, nunca perto
De possível solução...
As autoridades reais cada vez querendo mais
E que se dane o povão!
O povão, por sua vez,
Reconhecendo sua pequenez
Em greves procura se unir...
Pois vê seu poder de compra
Ante o progresso, indo contra,
E por entre os dedos sumir!
Sai governo, entra governo,
E o país continua enfermo
Embora com promessas de acertar...
E, nessa lenga- lenga vamos indo
Enquanto, rápido, se vê o tempo vindo
Com mais uma eleição que vai chegar.
É! Mais uma eleição, e daí?
Mudaremos ou tudo ficará igual por aqui?
"Eles" sabem que curta é a memória do povo...
E quando surge a chance de mudar
Não se une para estudar como votar
Para não ser tachado de tolo de novo!