| Bruno Freitas |
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| Aproximadamente 600 servidores municipais se concentraram em frente ao Sinserm nesta manhã de segunda-feira |
O departamento jurídico do Sindicato dos Servidores Municipais de Bauru e Região (Sinserm) informou, na manhã desta segunda-feira, não ter sido notificado oficialmente da decisão do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado que, na semana passada, deferiu liminar exigindo a presença no trabalho de 70% do quadro de servidores da Educação e da Saúde.
Enquanto isso, informa o sindicato, 30% dos servidores da Saúde estão trabalhando. A realidade só deve ser alterada após a notificação. A liminar obtida pelo Jurídico da prefeitura junto ao TJ prevê multa de R$ 5 mil diários por servidor em caso de desobediência. No deferimento da liminar, o desembargador designou audiência entre as partes para a próxima quinta-feira, 5 de abril, 14h30, na Capital.
Ainda na manhã de hoje, 14º dia de greve, o Sinserm protocolaria, no Palácio das Cerejeiras, a recusa das três propostas feitas pelo prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD), na última quarta-feira. A rejeição foi tirada em assembleia, quando cerca de mil trabalhadores votaram.
Hoje pela manhã, a adesão à paralisação foi menor. Aproximadamente, 600 funcionários da administração municipal se aglomeraram em frente ao sindicato. O número não é muito distante do calculado pela prefeitura, que prevê pouco mais de 500 servidores em greve.
