Nas últimas décadas os governos estaduais, municipais e federal investiram em alfabetização de jovens e adultos, criação de vagas em universidades e até financiamento estudantil público.
Tais investimentos elevaram o Índice de Desenvolvimento Humano - IDH - que foi usado para comparação com outros países e até obtenção de empréstimos e financiamentos internacionais ao Brasil. Contudo, tais índices não correspondem à realidade de nosso país, que a cada dia torna-se mais violento, campeão mundial em homicídios, acidentes de trânsito, doenças evitáveis, um dos povos que mais sujam e destroem o meio ambiente, entre outras mazelas.
Considerando que metade dos formados em faculdade são analfabetos funcionais, a maioria dos alunos do ensino fundamental são incapazes de resolver contas básicas de matemática e os adultos conservam as velhas raposas no poder político, podemos concluir que há uma necessidade urgente de mudanças na estrutura educacional, visando formar cidadãos conscientes, atuantes e capazes de raciocinar.